terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Veterinário sugere adoção de cães não populares

Quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Veterinário sugere adoção de cães não populares

Pitoco e o seu criadorFoto: Ronaldo Bernardi

O veterinário José Carlos Sangiovanni, do Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura de Porto Alegre, fez um alerta importante. Existem muitos cães que podem ser adotados:

– Tem muitos cães dóceis aqui, mas sem exposição na mídia — disse o veterinário.

O veterinário se refere ao cachorrinho que foi resgatado do Arroio Dilúvio, ontem. O centro de zoonoses recebeu até ligação do Rio de Janeiro para adotá-lo, enquanto muitos outros cães esperam por uma adoção.

O cão foi batizado pelo seu tratador de Pitoco. Conforme a reportagem de Zero Hora, Pitoco ainda passará por exames mais detalhados nesta quinta-feira.

Enquanto isso, as pessoas que comparecerem ao centro devem adotar outro animal. A vantagem é que eles já estão vacinados e em boas condições de saúde, segundo o profissional.

O cão ainda não será doado e ficará por observação por mais alguns dias.

Eu também faço um apelo. O Pitoco certamente será adotado por uma pessoa muito especial, afinal, há uma grande exposição deste caso. Mas, existem milhares de outros cães tão bonitinhos e carinhosos como ele – mas não tão populares – que precisam de um lar. Inclusive publicamos diariamente anúncios de adoção aqui no Bicharada. Adote!

Link para o Blog Bicharada de Paula Sperb

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1&section=Blogs&p=1&coldir=2&blog=43&topo=3994.dwt&uf=2&local=18

Roberta Palmari
Esquadrão Pet

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Cães abandonados terão chip na Capital

Cães abandonados terão chip na Capital

A partir de março, prefeitura adotará medida para controlar zoonoses

Um chip do tamanho de um grão de arroz poderá ajudar a encontrar cães abandonados e controlar zoonoses na Capital. A partir de março, os animais que chegarem ao Centro de Controle de Zoonoses da Capital deverão receber um implante com o objeto na região dorsal, entre as patas dianteiras.

As pessoas que adotarem os cachorros serão cadastradas no software do microchip. Com um leitor do tamanho de um celular passado sobre o local do implante, o chip será reconhecido e a ficha completa do dono aparecerá no computador, com dados como nome e endereço.


Em vídeo, saiba como funcionará o chip de identificação de animais

A medida servirá para que os responsáveis pelos bichos sejam identificados mais facilmente e, em caso de maus-tratos ou negligência, recebam a cobrança legal devida. Se a tecnologia já estivesse em uso, casos como o do cão que ficou preso por pelo menos três dias no Arroio Dilúvio poderiam ser mais fáceis de resolver. O dono seria avisado e, ao buscar o mascote, receberia um auto de infração por deixá-lo em via pública.

O circuito, fabricado em São Carlos (SP), fica dentro de uma cápsula de vidro de 2,2 milímetros por 12,2 milímetros encoberta por uma película antimigratória, que impede o chip de mudar de lugar no corpo do cão. A inserção é subcutânea, feita com uma agulha um pouco maior que o normal, segundo o veterinário José Carlos Sangiovanni, do Centro de Zoonoses. O estoque do centro tem 5 mil chips, que devem durar até 2010. Cada um deles, incluída a injeção, sai por R$ 15 – o custo é arcado pela Secretaria Municipal da Saúde, informou Sangiovanni.

– Todos os cães doados (pelo centro) recebem vacina contra raiva, desvermifugação e, a partir de março, terão os chips implantados – disse.

No futuro, a intenção é que todos os cães da cidade tenham identificação. Isso será possível com a obrigatoriedade legal aos donos para que façam o implante nos animais – neste caso, em clínicas veterinárias. O maior controle ajudaria também na identificação e prevenção de doenças. Somente até agosto de 2008, foram feitos 2.583 atendimentos antirrábicos na Capital.

No Estado
> Um projeto de lei que torna o implante obrigatório a todos os donos de cachorros deve ser protocolado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul até o final do primeiro semestre.
> De autoria do deputado Carlos Gomes (PPS), o projeto ampliaria o cadastramento para todo o Estado. Segundo o parlamentar, é uma proposta “de saúde pública, que serve para contagem populacional e para identificar os proprietários”
> Em um exemplo da importância da medida, um surto de raiva poderia ser combatido com mais eficácia se os cães tivessem chips. Sabendo da localização dos animais, seria mais rápido e fácil encontrá-los para vacinação ou verificação de focos da moléstia, diz o coordenador da vigilância ambiental de zoonoses do governo do RS, Celso dos Anjos

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Pelas Ruas: cão resgatado no Arroio Dilúvio é encaminhado a veterinários

Pelas Ruas: cão resgatado no Arroio Dilúvio é encaminhado a veterinários

Cachorro ficará em observação por quatro dias no centro de zoonoses da prefeitura

Atualizada às 12h44min

O cachorro que estava preso no Arroio Dilúvio, em Porto Alegre, foi resgatado na manhã desta quarta-feira pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado a veterinários da prefeitura. O animal estava há pelo menos três dias no local — entre a passarela da PUCRS e a Rua Professor Cristiano Fischer —, de acordo com Renato Crestani, 37 anos, que trabalha ali perto. O cachorro ficava sobre um banco de areia, andando para lá e para cá. Pulava na água e nadava para tentar escapar. Ao mesmo tempo, gania.

A equipe de bombeiros enviada à área do arroio recebeu o pedido de salvamento às 8h50min. Em sete minutos, segundo o comandante do grupo, soldado Julio Cesar Souza Nunes, o caminhão chegou ao local. Nunes e os soldados Rubens Marcelo Flores da Cruz (auxiliar) e Claudionor de Bastiani Fraga (motorista) entraram no arroio. No banco de areia, foram se aproximando aos poucos do cão.

— Ele estava muito estressado, tentou me morder duas vezes. Mas aí a gente vai conversando, se aproximando, fazendo carinho. Até que deu pra pegar ele — relatou Cruz, que ganhou a confiança do animal e o tomou nos braços.

O trabalho de retirada do cão levou entre 20 e 25 minutos. Magro, molhado e cansado, ele foi transportado até o centro de zoonoses da prefeitura da Capital, na Estrada Bérico Bernardes (em Viamão), onde passaria por exames. Aparentemente, não tinha machucados, segundo Nunes.

Experiência

Calejado por quase 20 anos de trabalho como bombeiro, o soldado Cruz se apoiou na experiência para conquistar a confiança do cão perdido em meio às águas do Dilúvio.

— Já passei por diversas situações. Uma vez, retiramos um cachorro de um bueiro na Avenida Bento Gonçalves. Isso acontece toda semana, com cães, cavalos. Eles caem ou são abandonados mesmo.

Clique para ver o vídeo do resgate:



Em observação

O cachorro resgatado ficará em observação por quatro dias no centro de zoonoses, conforme o chefe substituto do Núcleo de Vigilância de População Animal, Jessé Xavier de Oliveira. No caso de ter bebido água ou Dilúvio ou se alimentado ali, pode ter se contaminado. Ele receberá vacina antirrábica e contra vermes.

No final da manhã de hoje, o cachorro estava sendo alimentado com ração. Depois do período de isolamento, será colocado no canil, junto com cães do mesmo porte, e ficará disponível para adoção. Antes dos quatro dias de isolamento, é preciso pagar uma taxa de R$ 22,24 para adotar. Depois, é gratuito.

Interessados em levar o cachorro podem ligar para 3446-8500 ou 3446-7517. Na retirada, é preciso levar a carteira de identidade. O centro funciona das 9h30min às 11h30min e das 13h30min às 16h30min, de segunda-feira a sexta-feira. Quem encontrar algum animal na mesma situação do cão resgatado hoje deve ligar para os bombeiros, no número 193.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Vivi, a miau que fala inglês!!!!FALECEU


Hello, everybody!!!!!!!!!!!!!

Me chamo Vivi porque gostei do colinho da Viviane lá da clínica do Vet Pedro.Mas a minha história é um pouco triste, estão preparados pra ouví-la?
Pois bem, fui encontrada pela minha avó Jeanete.Estava panfleteando em frente a uma escola de inglês, na Rua Guilherme Alves, e a cada humano que passava, eu ia atrás oferecendo um pouco do meu carinho e pedindo um pouco de comida.Estava magrinha, sequinha, minha avó ficou impressionada com a minha barriguinha que os lados poderiam se juntar e formar uma única coisa.Mas mesmo assim, eu fiquei firme, e alegre correndo atrás de quem passava, panfleteando carinho, miados e implorando por uma casa.
Claro, minha avó apiedou-se de mim e começou a me dar comida.Comia sofregamente, sem pensar.Engolia tudo.Me abrigava nesta escola de inglês.Até que um dia minha avó ouviu uma pessoa falar que com certeza, depois do feriado, assim que a escola abrisse, iriam dar um fim pra mim.Iriam me levar pro czz.
Levamos um choque.Mas porque isso?Que fiz para merecer um final tão triste, logo eu que queria só um lar, uma caminha quente, um pratinho de comida e dar muito carinho e rom-rom.Sim, porque é só me chamar que eu vou correndo, tal qual um cachorrinho.Não sou uma gatinha que tem beleza física, sou tricolor, tipo casco de tartaruga, mas sou muito dócil, carinhosa, dengosa, não mordo, e mio bem baixinho.Quando alguém me pega no colo, eu logo ligo o motorzinho!!!!!!!!

Olhem como sou dengosa!!!!!!!!!!!

Vera Snif Pet